Casulo
Casulo

Se você está aqui pela primeira vez, se despeça da sua antiga versão. Sim, eu falo sério! Aliás, se você chegou aqui eu já posso te afirmar que não é caminho do acaso. Mas eu adianto, prepare-se para um mergulho. Caso contrário, você só vai se deparar com uma leitura de alguém que se transformou em alguns momentos da vida. Agora, se assim como eu, você se permite a águas mais profundas, Bem vindos!
Nunca mais você verá a vida com os mesmos olhos, nem os casulos, hahaha…
Bom, era Março de 2020, primeira semana da pandemia no Brasil, aliás lockdown, eu trabalhava na linha de frente da saúde, atendendo atenção básica no SUS de Jundiai como Psicóloga. Uma semana antes do meu aniversário, inclusive, eu iria sair de férias, aquele caos de medo e pânico que assombrava a todos nós. Tive férias canceladas nesse dia. A situação era bem grave e caótica, sabemos.
Bem, se você não me conhece muito bem, eu abro um parêntese aqui para dizer que sou da turma do otimismo, do humor.
Bem sanguínea que sou.
Mas aquele dia em específico eu me inclinei, baixei a cabeça, olhei para o céu e disse: o que é isso, hein? É eu converso com Deus assim, dessa forma bem intima. E caminhei até meu carro no meu fim de expediente. Quando me deparei com um casulo na roda do meu carro. Sim, na roda de um carro uma lagarta resolveu se transformar ali naquele dia. Vale ressaltar que meu carro ficava embaixo de uma árvore.
Pois bem, quando vi aquela cena, obviamente não me cabia pensar que era só um casulo. Fui para casa morrendo de medo de atrapalhar aquela metamorfose, mas segui o caminho conversando com Deus a respeito.
Eu pedi para que Ele me mostrasse o que era aquilo. Qual o propósito de tudo aquilo. Pandemia, casulo no meu carro, meu aniversário…
Bom, naquela noite eu sonhei que atendia uma paciente mulher em meu consultório, e pasmem, essa mulher era metade mulher, metade borboleta. Corpo e rosto de mulher, porém asas enormes azuis e as perninhas de borboleta.
Ela sentou-se na minha frente e iniciou seu processo terapêutico. Ela me contava de toda sua jornada, suas inquietações como lagarta, seus sonhos de voar, mas me contou de cabeça mais baixa sobre seu momento de casulo.
Não posso dizer todo o conteúdo da sessão para preservar nossa conduta ética dos pacientes, hahaha…
Mas aquele atendimento transformou a minha vida e tem transformado a vida de milhares de pessoas diariamente desde que tudo isso aconteceu.
Tive a ideia de confeccionar casulos de feltro para entregar para todas as pacientes que iniciam o processo terapêutico, e dentro dele é colocado a dor, a queixa, a transformação, o diagnóstico, o sonho… Enfim, o que a levou para o processo / casulo.
Resumindo, os casulos mais famosos estão nas sessões de psicoterapia. Todas as pessoas que passaram por processo comigo tem seu casulo. Hoje somam mais de cem casulos.

Quer saber o mais lindo de tudo isso? Ao longo do processo, ou em possíveis altas terapêuticas, eu me arrisco perguntar sobre o que havia no casulo, já que somente elas sabem o que colocaram, a menos que se sintam confortáveis para me dizer. Nem sempre estamos prontos para contar tudo na primeira sessão. Existem casulos muitos dolorosos e escuros. Bom, quando questionadas, elas se emocionam muito e dizem não se lembrar ao certo o que colocaram dentro do casulo.
Fica sempre a frase que eu mais uso por aqui: “o casulo não te define”.
Mas voltando sobre meus processos pessoais depois daquele casulo no meu carro. Desde então, minha vida pessoal e profissional, como aquele casulo, viveram uma verdadeira metamorfose. Desde então eu passei a ver os casulos e borboletas “do nada” em dias extraordinários e improváveis. Ter borboletas pousando em mim e permanecendo se tornou rotina, um casulo que se transformou no dia do lançamento do meu livro, casulos em minhas palestras, borboletas que pousam em pessoas que estão em minhas dinâmicas. O sobrenatural passou a ser natural.
Como eu disse, se aprofundem, isso é só uma pequena parte, mas já deu para entender um pouco sobre meu propósito aqui, né? Sim, eu transformo vidas! Por isso eu disse no início que você não chegou aqui por um acaso. Acaso é um nome que damos as situações que acontecem “do nada”.
Ah, tudo isso que eu falei, tem fotos e vídeos aqui e em outras plataformas. Por isso eu falei, mergulhe! Não fique no raso.


Se você está aqui pela primeira vez, se despeça da sua antiga versão. Sim, eu falo sério! Aliás, se você chegou aqui eu já posso te afirmar que não é caminho do acaso. Mas eu adianto, prepare-se para um mergulho. Caso contrário, você só vai se deparar com uma leitura de alguém que se transformou em alguns momentos da vida. Agora, se assim como eu, você se permite a águas mais profundas, Bem vindos!
Nunca mais você verá a vida com os mesmos olhos, nem os casulos, hahaha…
Bom, era Março de 2020, primeira semana da pandemia no Brasil, aliás lockdown, eu trabalhava na linha de frente da saúde, atendendo atenção básica no SUS de Jundiai como Psicóloga. Uma semana antes do meu aniversário, inclusive, eu iria sair de férias, aquele caos de medo e pânico que assombrava a todos nós. Tive férias canceladas nesse dia. A situação era bem grave e caótica, sabemos.
Bem, se você não me conhece muito bem, eu abro um parêntese aqui para dizer que sou da turma do otimismo, do humor.
Bem sanguínea que sou.
Mas aquele dia em específico eu me inclinei, baixei a cabeça, olhei para o céu e disse: o que é isso, hein? É eu converso com Deus assim, dessa forma bem intima. E caminhei até meu carro no meu fim de expediente. Quando me deparei com um casulo na roda do meu carro. Sim, na roda de um carro uma lagarta resolveu se transformar ali naquele dia. Vale ressaltar que meu carro ficava embaixo de uma árvore.
Pois bem, quando vi aquela cena, obviamente não me cabia pensar que era só um casulo. Fui para casa morrendo de medo de atrapalhar aquela metamorfose, mas segui o caminho conversando com Deus a respeito.
Eu pedi para que Ele me mostrasse o que era aquilo. Qual o propósito de tudo aquilo. Pandemia, casulo no meu carro, meu aniversário…
Bom, naquela noite eu sonhei que atendia uma paciente mulher em meu consultório, e pasmem, essa mulher era metade mulher, metade borboleta. Corpo e rosto de mulher, porém asas enormes azuis e as perninhas de borboleta.
Ela sentou-se na minha frente e iniciou seu processo terapêutico. Ela me contava de toda sua jornada, suas inquietações como lagarta, seus sonhos de voar, mas me contou de cabeça mais baixa sobre seu momento de casulo.
Não posso dizer todo o conteúdo da sessão para preservar nossa conduta ética dos pacientes, hahaha…
Mas aquele atendimento transformou a minha vida e tem transformado a vida de milhares de pessoas diariamente desde que tudo isso aconteceu.
Tive a ideia de confeccionar casulos de feltro para entregar para todas as pacientes que iniciam o processo terapêutico, e dentro dele é colocado a dor, a queixa, a transformação, o diagnóstico, o sonho… Enfim, o que a levou para o processo / casulo.
Resumindo, os casulos mais famosos estão nas sessões de psicoterapia. Todas as pessoas que passaram por processo comigo tem seu casulo. Hoje somam mais de cem casulos.
Quer saber o mais lindo de tudo isso? Ao longo do processo, ou em possíveis altas terapêuticas, eu me arrisco perguntar sobre o que havia no casulo, já que somente elas sabem o que colocaram, a menos que se sintam confortáveis para me dizer. Nem sempre estamos prontos para contar tudo na primeira sessão. Existem casulos muitos dolorosos e escuros. Bom, quando questionadas, elas se emocionam muito e dizem não se lembrar ao certo o que colocaram dentro do casulo.
Fica sempre a frase que eu mais uso por aqui: “o casulo não te define”.

Mas voltando sobre meus processos pessoais depois daquele casulo no meu carro. Desde então, minha vida pessoal e profissional, como aquele casulo, viveram uma verdadeira metamorfose. Desde então eu passei a ver os casulos e borboletas “do nada” em dias extraordinários e improváveis. Ter borboletas pousando em mim e permanecendo se tornou rotina, um casulo que se transformou no dia do lançamento do meu livro, casulos em minhas palestras, borboletas que pousam em pessoas que estão em minhas dinâmicas. O sobrenatural passou a ser natural.
Como eu disse, se aprofundem, isso é só uma pequena parte, mas já deu para entender um pouco sobre meu propósito aqui, né? Sim, eu transformo vidas! Por isso eu disse no início que você não chegou aqui por um acaso. Acaso é um nome que damos as situações que acontecem “do nada”.
Ah, tudo isso que eu falei, tem fotos e vídeos aqui e em outras plataformas. Por isso eu falei, mergulhe! Não fique no raso.





