Dai na TV
Dai na TV

Sim, eu já fui apresentadora de TV!
Esse foi mais um capítulo, um casulo na minha vida que passou por sua metamorfose.
O ano era 2014, eu já era formada em Psicologia, e estava no fim de um noivado, precisava de algo novo, como boa ariana e sanguínea que sou, hahaha…
TINHA QUE SER ALGO NOVO MESMO!
Uma amiga me ligou dizendo que na cidade vizinha estavam em busca de uma apresentadora que fosse dinâmica, extrovertida e comunicadora (não sei por que lembraram de mim). Entendi que naquele momento era a situação ideal e fui viver esse desafio, afinal de contas eu não acredito em acaso, não acredito em segurança e estabilidade, para mim é onde me sinto feliz. (Já disse que sou sanguínea, né? Hahaha).
Bom, eu peguei o microfone na mão pela primeira vez e gravei um programa ao vivo como se estivesse tomando um copo de água na sala da minha casa. Eu fui contratada pela emissora e permaneci até o fim do contrato, sendo rompido por mim por uma nova proposta que recebi de outra emissora, agora na cidade de Jundiaí.
Como eu disse, parecia que eu era apresentadora de TV desde que nasci, então estar nessa área me trouxe além de muita satisfação, uma nova paixão, nova atuação profissional que se estendeu por 4 anos. Foi a experiência profissional mais marcante da minha história.
Como eu interrompi? História longa, triste e dolorosa…
Estava em um relacionamento extremamente abusivo e estar em evidência, sendo uma pessoa a frente, tendo prestigio e reconhecimento público, uma vida social movimentada, não deixava o abusivo confortável. Trazendo muitos conflitos e manipulações de que aquele trabalho não me faria bem. Inclusive o fato definitivo foi chegar à Rede Record, em uma reunião de um possível retorno para TV, obviamente fui ovacionada com inúmeras falas de manipulações colocando em xeque inclusive minha conduta moral. Foi exatamente ali que iniciei um processo de retomada da minha carreira profissional em saúde mental.
Sobre a TV? Acredito que o universo se encarrega de tirar e devolver aquilo que é e aquilo que não é. Foi esse processo doloroso da TV que eu identifiquei essa relação abusiva. Foi esse processo doloroso que me fez retornar para saúde mental e viver o extraordinário. Um verdadeiro divisor de águas na minha vida.
Entende sobre nada ser por acaso? Tudo que é teu nunca estará atrasado.
A TV foi mais um capítulo de metamorfose da minha vida para te dizer que nenhum lugar me define, nenhum papel social é minha sentença de vida, nenhum diploma fala sobre meu caráter, e o bem sempre vence.
A TV foi mais um lugar de quebra de padrão das inúmeras críticas que recebia por ser psicóloga e atuar na comunicação. E depois o contrário, quando retorno para saúde mental a crítica era como uma apresentadora de TV vai ser psicóloga!? Acontece que todas essas críticas só me fortaleciam e validavam a ideia que eu sempre tive das pessoas. Essas pessoas, essas críticas, eram sempre de quem nunca se arriscaria fazer o que eu fiz. Essas críticas nunca vinham de quem poderia me ensinar algo, eram assédios de quem nunca havia construído nada.
A televisão foi para mim a maior prova do quanto eu me celebro, eu me orgulho da minha história, que eu não me importo com títulos ou rótulos, tudo passa, e eu sou apaixonada em ver passar de uma vista linda que eu me orgulhe e construa meu legado.
A televisão me trouxe a experiência de ser empresária, empreendedora, conhecer o lado bonito e o lado sombrio das pessoas. Eu vi de perto pessoas fecharem as portas para mim e vi sendo abertas também.
A televisão foi a minha vida na Disney (haha) porque é assim que gosto de ver a vida. Uma diversão, já que eu não sairei viva dela. Até o último dia eu fiz o melhor programa de televisão da minha região, tendo orgulho em dizer que tudo foi de minha autoria, todos os quadros, as ideias, as contratações, as equipes, tendo algumas pessoas incríveis ao meu lado.
A televisão marcou meu coração!


Sim, eu já fui apresentadora de TV!
Esse foi mais um capítulo, um casulo na minha vida que passou por sua metamorfose.
O ano era 2014, eu já era formada em Psicologia, e estava no fim de um noivado, precisava de algo novo, como boa ariana e sanguínea que sou, hahaha…
TINHA QUE SER ALGO NOVO MESMO!
Uma amiga me ligou dizendo que na cidade vizinha estavam em busca de uma apresentadora que fosse dinâmica, extrovertida e comunicadora (não sei por que lembraram de mim). Entendi que naquele momento era a situação ideal e fui viver esse desafio, afinal de contas eu não acredito em acaso, não acredito em segurança e estabilidade, para mim é onde me sinto feliz. (Já disse que sou sanguínea, né? Hahaha).
Bom, eu peguei o microfone na mão pela primeira vez e gravei um programa ao vivo como se estivesse tomando um copo de água na sala da minha casa. Eu fui contratada pela emissora e permaneci até o fim do contrato, sendo rompido por mim por uma nova proposta que recebi de outra emissora, agora na cidade de Jundiaí.
Como eu disse, parecia que eu era apresentadora de TV desde que nasci, então estar nessa área me trouxe além de muita satisfação, uma nova paixão, nova atuação profissional que se estendeu por 4 anos. Foi a experiência profissional mais marcante da minha história.
Como eu interrompi? História longa, triste e dolorosa…
Estava em um relacionamento extremamente abusivo e estar em evidência, sendo uma pessoa a frente, tendo prestigio e reconhecimento público, uma vida social movimentada, não deixava o abusivo confortável. Trazendo muitos conflitos e manipulações de que aquele trabalho não me faria bem. Inclusive o fato definitivo foi chegar à Rede Record, em uma reunião de um possível retorno para TV, obviamente fui ovacionada com inúmeras falas de manipulações colocando em xeque inclusive minha conduta moral. Foi exatamente ali que iniciei um processo de retomada da minha carreira profissional em saúde mental.
Sobre a TV? Acredito que o universo se encarrega de tirar e devolver aquilo que é e aquilo que não é. Foi esse processo doloroso da TV que eu identifiquei essa relação abusiva. Foi esse processo doloroso que me fez retornar para saúde mental e viver o extraordinário. Um verdadeiro divisor de águas na minha vida.
Entende sobre nada ser por acaso? Tudo que é teu nunca estará atrasado.
A TV foi mais um capítulo de metamorfose da minha vida para te dizer que nenhum lugar me define, nenhum papel social é minha sentença de vida, nenhum diploma fala sobre meu caráter, e o bem sempre vence.
TV foi mais um lugar de quebra de padrão das inúmeras críticas que recebia por ser psicóloga e atuar na comunicação. E depois o contrário, quando retorno para saúde mental a crítica era como uma apresentadora de TV vai ser psicóloga!? Acontece que todas essas críticas só me fortaleciam e validavam a ideia que eu sempre tive das pessoas. Essas pessoas, essas críticas, eram sempre de quem nunca se arriscaria fazer o que eu fiz. Essas críticas nunca vinham de quem poderia me ensinar algo, eram assédios de quem nunca havia construído nada.
A televisão foi para mim a maior prova do quanto eu me celebro, eu me orgulho da minha história, que eu não me importo com títulos ou rótulos, tudo passa, e eu sou apaixonada em ver passar de uma vista linda que eu me orgulhe e construa meu legado.
A televisão me trouxe a experiência de ser empresária, empreendedora, conhecer o lado bonito e o lado sombrio das pessoas. Eu vi de perto pessoas fecharem as portas para mim e vi sendo abertas também.
A televisão foi a minha vida na Disney (haha) porque é assim que gosto de ver a vida. Uma diversão, já que eu não sairei viva dela. Até o último dia eu fiz o melhor programa de televisão da minha região, tendo orgulho em dizer que tudo foi de minha autoria, todos os quadros, as ideias, as contratações, as equipes, tendo algumas pessoas incríveis ao meu lado.
A televisão marcou meu coração!




